PSD Arouca sugere polis para o Rio Paiva
Numa recente visita à praia fluvial do Areinho, a Comissão Política do PSD de Arouca defendeu a integração do Rio Paiva no novo programa Polis Rios.
No passado sábado, o PSD de Arouca foi conhecer melhor os problemas do Rio Paiva e das suas zonas ribeirinhas, promovendo para o efeito uma visita à praia fluvial do Areinho e uma conversa com o explorador do equipamento anexo e também dirigente do Clube de Rafting do Paiva, Rafael Soares.
A necessidade de criar um parque de campismo, promover uma recolha de lixo mais regular e eficaz na época de verão, o apoio mais focalizado para a prática dos desportos de rio e desenvolvimento de acontecimentos desportivos com impacto nacional e internacional e uma maior fiscalização e controle da qualidade da água promovendo-se um levantamento regular em diversos pontos do rio de análises de água com divulgação pública água, foram alguns dos assuntos em “cima da mesa”.
Contudo, o tema mais discutido foi o projecto turístico nas margens do Rio Paiva. Neste sentido, André Almeida, Presidente da Comissão Política do PSD de Arouca sugeriu que o Rio Paiva pudesse ser um dos contemplados na iniciativa Polis dos Rios que o Governo pretende lançar este ano e que tem o rio Tejo como primeiro objectivo.
“É necessário conciliar todas as valias do rio Paiva numa estratégia integrada, coesa e de futuro.” Afirmou o líder dos social-democratas, acrescentando que “o polis rios poderá constituir-se como uma excelente intervenção de protecção e valorização do rio”.
“É relevante encontrar uma forma que resolva de forma qualificada e sustentada questões tão diversas como a concepção de um conjunto de intervenções, a articulação de interesses e vontades das diversas entidades públicas e privadas e que possibilite por exemplo a candidatura a apoios comunitários. O Polis dos Rios é um modelo que encaixa perfeitamente”, terminou, defendendo a assim a inclusão deste rio e do projecto actual no programa Polis.
A iniciativa Polis dos Rios tem o objectivo de requalificar e valorizar os rios nas suas vertentes, nomeadamente as suas zonas fluviais e assente numa dimensão urbana e ambiental”, segundo o documento preliminar do Orçamento do Estado.